Crítica: Esquadrão Suicida

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Em Esquadrão Suicida, o governo dos Estados Unidos reúne diversos vilões que estão presos, como o Pistoleiro (Will Smith), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Harley Quinn (Margot Robbie), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje) e Diablo (Jay Hernandez) para ajudá-los em uma importante missão de matar a bruxa interpretada pela Cara Delevingne e salvar o mundo no processo.

A solicitação é feita por Amanda Waller (Viola Davis) justamente pelo fato de que esses vilões não têm nada a perder e porque são muito bons no que fazem. O soldado Rick Flag (Joel Kinnaman) lidera esse estranho grupo e os mantem na linha.

Com toda a certeza, Will Smith mostrou novamente quão grandioso ator ele é, com a interpretação impecável do Pistoleiro, juntamente com as emoções do personagem. Grande destaque também para outros dois personagens: Harley Quinn foi a personagem que tirava a tensão das cenas com os seus comentários irônicos e divertidos e para o Coringa, interpretado por Jared Leto, que apesar de ter interpretado um ótimo e insano coringa, não foi útil para a construção da história.

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Não houve economia de efeitos especiais, é o tipo de filme que vale a pena assistir em 3D. Extremamente colorido em muitos momentos e sombrio quando necessário.

Esquadrão Suicida cumpriu com o que prometia em seus trailers ao longo da divulgação. A data prevista para estreia é no dia 4 de agosto.

Direção: David Ayer.

Distribuidora: Warner Bros. Entertainment.

Gênero: Fantasia, filme policial.

 

Por: Jhenifer dos Santos Souza

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