Crítica: A Intrometida

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A Intrometida é uma comédia com um drama à sua própria maneira, que conta a história de Marnie Minervini (Susan Sarandon) após a morte do seu marido, Joe. Como o próprio nome do filme já diz, Marnie tem a mania de se intrometer (principalmente) na vida da filha, Lori (Rose Byrne). Ela se muda de Nova York para Los Angeles para ficar mais próxima de Lori e participar de sua vida.

Após algumas brigas entre as duas, a história começa de verdade. Quando o marido de Marnie morreu, deixou-a confortável com a sua herança, a ponto de ela não precisar trabalhar mais, isso faz com que ela fique totalmente à esmo, buscando assim, meios para preencher seu tempo. Além do fato de que se sente culpada por possuir a quantia.

Marnie dá uma lição de generosidade, abnegação e amor ao próximo com as suas atitudes ao mesmo tempo que, tenta preencher o espaço do falecido marido e da filha que impôs limites entre as duas. Se oferece para dar carona ao seu amigo Freddy que a ensinou a usar a tecnologia, para pagar o casamento de sua amiga Jillian e ser voluntária no hospital para cuidar de uma senhora que não fala. Ela consegue mudar a vida de todas essas pessoas para melhor.

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Esse filme se trata de uma história emocionante e motivadora para quem gosta do gênero. A data prevista para estreia é no dia 04 de agosto.

 

Direção e roteiro: Lorene Scafaria.

Fotografia: Brett Pawlak.

 

Por: Jhenifer dos Santos Souza

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